09 a 15 de Novembro de 2026
Expandindo horizontes no setor espacial
Natal/parnamirim - RN
Trampolim para o espaço
O Evento
A Space Week Nordeste 2026 vem aí para levar você a uma verdadeira viagem pelo universo da ciência, tecnologia e inovação espacial! De 09 a 15 de novembro, Natal e Parnamirim se transformam no centro das grandes conversas sobre o futuro da exploração espacial — um encontro que une especialistas, pesquisadores, estudantes e empresas visionárias em uma experiência fora de órbita.
O desconhecido te espera! Convocamos a todos – dos especialistas aos recém-chegados – a participar da quinta edição deste evento imperdível. É a sua chance de mergulhar nas fronteiras da exploração espacial, absorver conhecimento de ponta e criar laços que se estenderão muito além da semana. Anote na agenda e prepare-se para esta imersão que promete gerar inspiração e resultados concretos em sua vida. O espaço te espera!
Datas Importantes
25/FEV a 06/NOV
Período de Inscrições para a Conferência.
Após 06 de novembro as inscrições serão feitas apenas na secretaria do evento
10/MAR a 31/OUT
Período de Inscrições para os Minicursos.
Cada minicurso terá vagas para até 30 participantes
01/MAR a 14/SET
Período para a submissão de resumos.
As cartas de aceite dos trabalhos deverão ser enviadas no máximo até 05 de outubro de 2026
Programação
Confira a programação da Space Week Nordeste 2026*
09:00 – 12:00 Minicurso 1: Inteligência Artificial Aplicada ao Monitoramento Ambiental por Satélite
Professor responsável: Rafael Santos
Instituição Responsável: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
09:00 – 12:00 Minicurso 2: Projeto e Lançamento de Foguetes Educacionais e Científicos
Professores responsáveis: Douglas do Nascimento Silva e Gustavo Cirelli Santos
09:00 – 12:00 Minicurso 3: Direito, Geopolítica e Governança do Espaço no Século XXI
Professores responsáveis: Cassius Guimarães Chai e Ian Grosner
09:00 – 12:00 Minicurso 4: IA na prática
Instituição Responsável: Universidade Federal de Pernambuco
Professor Responsável: Cleber Zanchettin
09:00 – 12:00 Minicurso 5: Educação Espacial 5.0: Metodologias Ativas, IA e Realidade Aumentada
Instituição Responsável: Núcleo Interativo de Astronomia e Inovação em Educação de Lisboa (NUCLIO)
Professor responsável: Rosa Doran
10:00 – 12:00 Minicurso 6: Em busca de vida no Universo – Atividades práticas sobre Astrobiologia
Instituição Responsável: CESAR – Cooperation through Education in Science and Astronomy Research/ ESA – European Space Agency/INTA – Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial da Espanha/Isdefe – Ingeniería de Sistemas para la Defensa de España
Professor Responsável: Juan Ángel
12:00 – 14:00 Intervalo
15:00 – 16:00 Palestra 01 – Propostas de avanços das pesquisas espaciais na América Latina em benefício da sociedade – Clezio Marcos De Nardin (INPE)
Local: Auditório 1 da UFRN
16:00 – 16:30 Intervalo
16:30 – 17:30 Palestra 02 – Natal/Parnamirim, Trampolim para o Espaço:Passado, Presente e Perspectivas – O berço das atividades espaciais brasileiras – Prof. Dr. José Henrique Fernandez (UFRN)
18:00 – 20:00 Abertura da Space Week Nordeste 2026
Palestra 03: Astronomy and Space – an incubator for humanity’s progress – Prof. Dr. Brian P. Schmidt, Distinguished Professor, The Australian National University – 2011 Nobel Prize in Physics (jointly with Adam Riess and Saul Perlmutter).
09:00 – 12:00 Minicurso 1: Inteligência Artificial Aplicada ao Monitoramento Ambiental por Satélite
Professor responsável: Rafael Santos
Instituição Responsável: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
09:00 – 12:00 Minicurso 2: Projeto e Lançamento de Foguetes Educacionais e Científicos
Professores responsáveis: Douglas do Nascimento Silva e Gustavo Cirelli Santos
09:00 – 12:00 Minicurso 3: Direito, Geopolítica e Governança do Espaço no Século XXI
Professores responsáveis: Cassius Guimarães Chai e Ian Grosner
09:00 – 12:00 Minicurso 4: IA na prática
Instituição Responsável: Universidade Federal de Pernambuco
Professor Responsável: Cleber Zanchettin
09:00 – 12:00 Minicurso 5: Educação Espacial 5.0: Metodologias Ativas, IA e Realidade Aumentada
Instituição Responsável: Núcleo Interativo de Astronomia e Inovação em Educação de Lisboa (NUCLIO)
Professor responsável: Rosa Doran
10:00 – 12:00 Minicurso 6: Em busca de vida no Universo – Atividades práticas sobre Astrobiologia
Instituição Responsável: CESAR – Cooperation through Education in Science and Astronomy Research/ ESA – European Space Agency/INTA – Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial da Espanha/Isdefe – Ingeniería de Sistemas para la Defensa de España
Professor Responsável: Juan Ángel
12:00 – 14:00 Intervalo
14:00 – 15:00 Palestra 4 – A engenharia das missões espaciais – Antonio Fernando B. de Almeida Prado (INPE)
Local: Auditório 1 da UFRN
14:00 – 15:00 Palestra 5 – Agricultura espacial – como plantar no espaço pode salvar nossa vida na Terra – Rebeca Gonçalves (Rede Space Farming Brasil)
Local: Auditório 1 da UFRN
15:00 – 16:00 Palestra 6 – De exoplanetas para o nosso planeta: um olhar sobre atmosferas e a presença de vida” – Raissa Estrela (NASA-JPL)
Local: Auditório 1 da UFRN
16:00 – 16:30 Intervalo
16:30 – 18:00 Videocast 1: Geoengenharia e Geopolítica: O Clima como Campo de Disputa Global
Moderador: Dr. Antonio Geraldo Ferreira (EOLLAB/UFC)
Participantes: Alexandre Strapasson (UNB); Cassius Guimarães Chai (UFMA) e Carlos Afonso Nobre
18:00 – 19:30 Mesa Redonda 1: Startups no setor espacial: Oportunidades e Desafios na Era do New Space.
Participantes: Ana Cristina Galhego Rosa (Dipteron UG).; Erik Busnello Imbuzeiro (AEB); Ian Grosner (AEB)
09:00 – 12:00 Minicurso 7: Introdução ao Processamento e Visualização de Dados de Satélites Meteorológicos
Professor responsável: Diego Rodrigo Souza
09:00 – 12:00 Minicurso 8: Desenvolvimento de CubeSats e Nano Satélites: Da Concepção ao Lançamento
Professores responsáveis: Walter Abrahão dos Santos e Lázaro Aparecido Pires de Camargo
Instituição Responsável: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Brasil (INPE)
09:00 – 12:00 Minicurso 9: Drones e Satélites em Sinergia: Monitoramento Ambiental Integrado
Professor: Marcus Vinicius Chagas da Silva
Instituição Responsável: Universidade Federal do Ceará (UFC)
09:00 – 12:00 Minicurso 10: Como empreender no setor Espacial
Professor responsável: Ana Cristina Galhego Rosa (Dipteron UG).
Instituição Responsável: Dipteron UG.
11:00 – 12:00 Videocast 2: New Space Revolution: Como as Startups Estão Democratizando o Acesso ao Espaço
Moderador: A definir
Participantes: A definir
12:00 – 14:00 Intervalo
14:00 – 15:30 Mesa Redonda 3: Geoengenharia e Geopolítica: O Clima como Campo de Disputa Global
Participantes: Alexandre Strapasson; Cassius Guimarães Chai, Carlos Afonso Nobre.
14:00 – 15:00 Palestra 7 – Communicating with the Universe: The Deep Space Network – Gigi Lucena (NASA – JPL)
Local: Auditório 1 da UFRN
15:00 – 16:00 Palestra 8 – Defesa Planetária: Monitoramento e Mitigação de Asteroides – Othon Winter (UNESP – Campus de Guaratinguetá-SP)
Local: Auditório 2 da UFRN
16:00 – 16:30 Intervalo
16:30 – 17:30 Palestra 9 – En busca de vida en el Universo (ESA/INTA/Isdefe) – Juan Ángel
Local: Auditório 1 da UFRN.
17:30 – 19:00 Apresentação Pitch de trabalhos Científicos.
20:00 Jantar de Confraternização.
09:00 – 12:00 Minicurso 7: Introdução ao Processamento e Visualização de Dados de Satélites Meteorológicos
Professor responsável: Diego Rodrigo Souza
09:00 – 12:00 Minicurso 8: Desenvolvimento de CubeSats e Nano Satélites: Da Concepção ao Lançamento
Professores responsáveis: Walter Abrahão dos Santos e Lázaro Aparecido Pires de Camargo
Instituição Responsável: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – Brasil (INPE)
09:00 – 12:00 Minicurso 9: Drones e Satélites em Sinergia: Monitoramento Ambiental Integrado
Professor: Marcus Vinicius Chagas da Silva
Instituição Responsável: Universidade Federal do Ceará (UFC)
09:00 – 12:00 Minicurso 10: Como empreender no setor Espacial
Professor responsável: Ana Cristina Galhego Rosa (Dipteron UG).
Instituição Responsável: Dipteron UG.
11:00 – 12:00 Videocast 3: Mulheres na Ciência: Como construir uma carreira no setor espacial
Moderadora: Rebeca Gonçalves (Rede Space Farming Brasil)
Participantes: Girley Lucena (JPL/NASA); Raissa Estrela (JPL/NASA) e Tânia G. D. Casal (ESA); Adriana Elysa Alimandro Correa (AEB)
12:00 – 14:00 Intervalo
14:00 – 15:30 Palestra 10 – Briefing do Lançamento – Atuação da Segurança Operacional em Operações de lançamento de foguetes no CLBI – Major Philipe Freire de Araújo Patricio – FAB
Local: Auditório 2 da UFRN
15:00 – 16:00 Palestra 11 – Critérios para lançamento e rastreio de veículos espaciais no CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno). – Suboficial Hareton Ribeiro Gomes – FAB
Local: Auditório 2 da UFRN
16:00 – 16:30 Intervalo
16:30 – 17:00 Palestra 12 – Da Plataforma ao Espaço: Infraestrutura e Preparação para apoio a Lançamentos pelo CLBI (Centro de Lançamento da Barreira do Inferno) – Tenente Engenheiro Lucas Soares Rodrigues – FAB
Local: Auditório 1 da UFRN
17:00 – 18:30 Mesa Redonda 3: Geoengenharia e Geopolítica: O Clima como Campo de Disputa Global
Participantes: Alexandre Strapasson; Cassius Guimarães Chai, Carlos Afonso Nobre.
08:00 – 09:00 Palestra 12 – Observação Integrada do Sistema Climático a partir do Espaço: Estágio Atual e Perspectivas Futuras – Antonio Geraldo Ferreira (UFC-CE)
Local: Auditório 2 da UFRN
09:00 – 10:00 Palestra 13 – Soberania Espacial: estado da arte e desafios para soberania nacional – Cassius Guimarães Chai (UFMA)
Local: Auditório 1 da UFRN
10:00 – 10:30 Intervalo
10:30 – 11:30 Palestra 14 – Diplomacia espacial na ONU: história do pós-guerra à internacionalização da governança do espaço sideral Consuêlo Maria Braga Pierre Branco – Astrolegis – UPFE
Local: Auditório 2 da UFRN
11:30-12:30 Mesa Redonda 4: Space Education Roadmap
Participantes: Antonio Geraldo Ferreira; Othon Winter; Rebeca Gonçalves; Rosa Duran; Walter Abrahão dos Santos
12:30-13:00 ENCERRAMENTO SOLENE DA PARTE CIENTÍFICA DA SWN 2026.
Atividades de Popularização da Ciência
Local: Shopping em Natal/RN (a definir)
Atrações: Palestras, exposição de foguetes e drones, exibição de vídeos temáticos, oficinas recreativas (Espaço Kids) e stands interativos com temas sobre o setor espacial e tecnologias associadas.
Destaque: Observação do Sistema Solar no observatório da Agência Espacial Brasileira (AEB), que será montado especialmente no shopping.
Atividades de Popularização da Ciência
Local: Shopping em Natal/RN (a definir)
Atrações: Palestras, exposição de foguetes e drones, exibição de vídeos temáticos, oficinas recreativas (Espaço Kids) e stands interativos com temas sobre o setor espacial e tecnologias associadas.
Destaque: Observação do Sistema Solar no observatório da Agência Espacial Brasileira (AEB), que será montado especialmente no shopping.
*Programação sujeita a alterações sem aviso prévio
Trabalhos Científicos
Submissão de trabalhos: 01/MAR a 14/SET.
Tema 1: OBSERVAÇÃO DA TERRA EM APOIO AOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
A Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável é uma agenda global de desenvolvimento para o progresso da sustentabilidade econômica, social e ambiental de todos os países e partes interessadas. Atualmente, a maioria, se não todos, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) talvez sejam perseguidos com o potencial robusto de dados e produtos de Observação da Terra, garantindo sua aplicabilidade no espaço e no tempo. Este tópico se concentra no uso da Observação da Terra para alcançar os ODS e, mais especificamente, os ODS geofísicos e climáticos relacionados à agricultura, água, energia, ecossistemas terrestres e marinhos, impactos e adaptação às mudanças climáticas, pegadas de carbono e água, etc. Portanto, trabalhos científicos, neste tema, podem, por exemplo, abordar aplicações inovadoras, metodologias de análise, desenvolvimento de novas tecnologias ou estudos de caso que demonstrem como a observação da Terra contribui para um desenvolvimento mais sustentável.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
1.1 Sensoriamento remoto e monitoramento ambiental
Espaço para trabalhos focados na análise de ecossistemas via satélite. São bem-vindas pesquisas sobre desmatamento, qualidade da água e dinâmicas de uso e cobertura da terra para conservação ambiental.
1.2 Previsão e gestão de desastres naturais
Esta linha acolhe estudos sobre o uso de imagens e modelagem para mitigação de riscos. O foco inclui o monitoramento e a resposta a eventos como secas, enchentes e incêndios florestais.
1.3 Monitoramento climático e mudanças globais
Dedicado a pesquisas sobre variáveis climáticas essenciais. Os trabalhos podem abordar medições de temperatura, concentração de gases de efeito estufa e análises de padrões climáticos de longo prazo.
1.4 Agricultura sustentável e segurança alimentar
Submissões focadas na otimização da produção agrícola e gestão de recursos. Inclui aplicações de observação da Terra para controle de produtividade, irrigação eficiente e combate à desertificação.
1.5 Uso de inteligência artificial e big data na análise de dados ambientais
Espaço dedicado a métodos inovadores de processamento de dados complexos e geoespaciais. Serão aceitos trabalhos que utilizem Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning para a interpretação de grandes volumes de dados (Big Data), visando não apenas o monitoramento ambiental, mas também a otimização de processos, a gestão de recursos hídricos, a inteligência aplicada ao mercado de carbono e o desenvolvimento de soluções tecnológicas resilientes.
1.6 Monitoramento urbano e planejamento sustentável
Linha voltada para o estudo do crescimento das cidades e infraestrutura. O interesse recai sobre sensoriamento remoto aplicado à mobilidade urbana, qualidade do ar e desenvolvimento de cidades inteligentes.
1.7 Gestão de recursos hídricos e oceânicos
Acolhe pesquisas sobre a conservação e gestão estratégica de ambientes aquáticos. Serão aceitos trabalhos focados no controle da poluição, gestão de água potável e proteção de ecossistemas marinhos e costeiros.
Tema 2: MONITORAMENTO E PREVISÃO DE EVENTOS EXTREMOS DE TEMPO E CLIMA A PARTIR DO ESPAÇO
Atualmente é reconhecido que existe a necessidade de melhorar o monitoramento do tempo e clima a partir do espaço, especialmente sob situações severas (por exemplo, chuvas extremas e secas em particular). Neste contexto, os satélites meteorológicos, ambientais e de pesquisa desempenham um papel fundamental na detecção, monitoramento e previsão de eventos extremos, como tempestades severas, furacões, secas e ondas de calor etc. A combinação de dados de sensoriamento remoto, modelagem numérica e inteligência artificial permite análises mais precisas da atmosfera e do clima, auxiliando na mitigação de impactos socioeconômicos e ambientais. Portanto, trabalhos científicos, enviados para este tema, podem abordar, por exemplo, avanços tecnológicos em satélites, novas metodologias de previsão, integração de dados espaciais e terrestres, além de estudos sobre a influência das mudanças climáticas na intensidade e frequência desses fenômenos.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
2.1 Tecnologias Satelitais para Monitoramento Climático
O papel dos satélites meteorológicos geoestacionários e orbitais no monitoramento contínuo do clima, permitindo a detecção e análise de tempestades, furacões, secas e outros eventos extremos por meio de sensores remotos e varreduras multiespectrais.
2.2 Modelagem e Inteligência Artificial na Previsão de Eventos Extremos
A aplicação de algoritmos de machine learning e modelagem numérica do clima na previsão de eventos meteorológicos extremos, aprimorando a precisão e a velocidade das análises através da integração de dados espaciais em plataformas preditivas.
2.3 Impacto das Mudanças Climáticas e o Papel da Observação Espacial
A contribuição dos dados satelitais para a compreensão dos efeitos das mudanças climáticas, incluindo o monitoramento do aquecimento dos oceanos, o derretimento das calotas polares e a intensificação de padrões climáticos extremos em escala global e regional.
2.4 Aplicações de Sensoriamento Remoto para Mitigação de Desastres Naturais
O uso de imagens de radar para identificar e monitorar incêndios florestais, enchentes e desertificação, permitindo uma resposta mais eficaz a desastres naturais e reduzindo impactos ambientais e sociais.
2.5 Satélites Brasileiros e Internacionais no Monitoramento Ambiental e Atmosférico
A relevância de missões como Amazônia I, CBERS, GOES, NOAA e Copernicus para a meteorologia, destacando as colaborações entre programas espaciais nacionais e internacionais para o avanço do monitoramento atmosférico e climático.
2.6 Big Data e Processamento de Dados Meteorológicos Espaciais
Os desafios e avanços na infraestrutura computacional para processar grandes volumes de dados climáticos, integrando múltiplas fontes e modelos para gerar previsões meteorológicas mais rápidas e precisas.
2.7 A Nova Geração de Satélites de Grande, Médio e Pequeno Porte para Tempo e Clima e Aplicações para o Nowcasting
O desenvolvimento de novos satélites meteorológicos, desde grandes missões até cubesats e nanossatélites, e sua aplicação no nowcasting, permitindo a previsão de curto prazo de fenômenos severos com alto nível de detalhe e em tempo quase real.
Tema 3: NEW SPACE: TECNOLOGIAS E INOVAÇÕES ESPACIAIS DISRUPTIVAS
O conceito de New Space representa uma nova era da exploração e do desenvolvimento espacial, impulsionada pela participação crescente do setor privado, pela miniaturização de tecnologias e pela busca por soluções inovadoras e acessíveis. Esse tema abrange avanços disruptivos como o uso de satélites de pequeno porte (Cubesats e nanosatélites), inteligência artificial para automação de missões, propulsão avançada, fabricação aditiva no espaço e novas abordagens para telecomunicações e sensoriamento remoto. Além disso, engloba modelos de negócios inovadores, como o uso de constelações de satélites para internet global e o desenvolvimento de infraestruturas espaciais para futuras missões interplanetárias. O objetivo deste eixo temático é reunir pesquisas e projetos que explorem o impacto dessas tecnologias na expansão do setor espacial, seu potencial para aplicações comerciais e científicas e os desafios regulatórios e técnicos envolvidos. Trabalhos que apresentem soluções inovadoras, estudos de caso ou colaborações entre academia e indústria serão especialmente bem-vindos, destacando o papel do New Space na democratização e no futuro da exploração espacial.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
3.1 Satélites de Pequeno Porte e Novas Constelações Orbitais
O impacto dos Cubesats, nanosatélites e megaconstelações na democratização do acesso ao espaço, suas aplicações em telecomunicações, sensoriamento remoto e internet global.
3.2 Inteligência Artificial e Automação em Operações Espaciais
O uso de IA e aprendizado de máquina para otimizar a navegação autônoma, prever falhas em satélites e aprimorar o processamento de dados espaciais para aplicações científicas e comerciais.
3.3 Propulsão Avançada e Novas Tecnologias de Transporte Espacial
O desenvolvimento de motores elétricos, de plasma, nucleares e de combustível verde, além de inovações em lançadores reutilizáveis e espaçonaves de nova geração.
3.4 Novas Fronteiras na Exploração Lunar e Interplanetária
Missões privadas e públicas voltadas para a colonização da Lua e Marte, mineração espacial e desenvolvimento de infraestrutura orbital para suporte à exploração interplanetária.
3.5 Economia Espacial e Modelos de Negócio do New Space
A ascensão de startups espaciais, parcerias público-privadas e financiamento de inovações espaciais, além dos desafios regulatórios e comerciais para a sustentabilidade do setor.
3.6 Segurança, Sustentabilidade e Regulação no Setor Espacial
Questões sobre lixo espacial, governança internacional, regulamentação de atividades privadas no espaço e estratégias para garantir a segurança e sustentabilidade das operações espaciais
3.7 Materiais Avançados para Exploração Espacial
Inovações no design de materiais resistentes à radiação, ao vácuo e a condições extremas, incluindo polímeros avançados, ligas metálicas inteligentes e materiais autorreparáveis.
Tema 4: MISSÕES NO ESPAÇO PROFUNDO
As missões no espaço profundo são fundamentais para a expansão do conhecimento humano além da órbita terrestre, explorando destinos como a Lua, Marte, asteroides e regiões distantes do Sistema Solar. Esse tema abrange os avanços em propulsão espacial, sistemas de suporte à vida, comunicação interplanetária e inteligência artificial aplicada à navegação autônoma. Além disso, envolve pesquisas sobre a viabilidade de missões tripuladas de longa duração, a construção de habitats espaciais e a extração de recursos em corpos celestes. As missões científicas para o estudo da origem do Sistema Solar, a busca por vida extraterrestre e a astrobiologia também são aspectos centrais desse campo. Trabalhos que apresentem inovações tecnológicas, desafios logísticos, estudos de caso de missões passadas e futuras ou colaborações entre academia, agências espaciais e empresas privadas serão especialmente bem-vindos. O objetivo desse eixo temático é estimular o debate sobre os desafios e oportunidades da exploração do espaço profundo, contribuindo para tornar essa fronteira cada vez mais acessível e sustentável
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
4.1 Tecnologias de Propulsão para Missões no Espaço Profundo
Desenvolvimento e aprimoramento de sistemas de propulsão avançados, como propulsão elétrica, iônica, nuclear e vela solar, para tornar viagens interplanetárias mais eficientes e viáveis.
4.2 Comunicação e Navegação Interplanetária
Estratégias e desafios para a comunicação de longa distância, incluindo redes de retransmissão via satélites, inteligência artificial aplicada à navegação autônoma e o uso de tecnologias como a comunicação óptica e quântica.
4.3 Vida e Sustentabilidade em Ambientes Extraterrestres
Sistemas de suporte à vida para missões de longa duração, cultivo de alimentos no espaço, impactos fisiológicos da microgravidade no corpo humano e estratégias para a adaptação de astronautas em ambientes extremos.
4.4 Exploração de Asteroides e Extração de Recursos Espaciais
Técnicas de mineração espacial e processamento de recursos em asteroides e luas, investigando a viabilidade da extração de água, metais e outros materiais para abastecer futuras missões espaciais.
4.5 Habitats e Infraestrutura para Colonização Espacial
Projetos de bases lunares e marcianas, fabricação de materiais no espaço, impressão 3D para construção de estruturas habitáveis e desenvolvimento de tecnologias para garantir a sobrevivência humana fora da Terra.
4.6 Missões Científicas e a Busca por Vida Extraterrestre
Exploração de luas oceânicas como Europa e Encélado, detecção de bioassinaturas em exoplanetas, astrobiologia e experimentos científicos para entender as condições que podem sustentar vida além da Terra.
4.7 Desafios e Estratégias para Missões Tripuladas e Robóticas
Planejamento, logística e segurança de missões espaciais tripuladas e não tripuladas, incluindo aprendizado de missões anteriores como as Voyager, Perseverance, Artemis e futuras missões para Marte e além.
4.8 Computação e Comunicação Espacial: Redes Ópticas e 6G no Espaço
Desenvolvimento de novas infraestruturas de comunicação interplanetária, incluindo redes ópticas de alta velocidade e aplicações do 6G na conectividade espacial.
4.9 Energia Espacial: Tecnologias de Coleta e Transmissão de Energia no Espaço
Avanços em painéis solares de alta eficiência, usinas solares orbitais, armazenamento de energia e transmissão sem fio para abastecimento de bases espaciais e operações interplanetárias.
Tema 5: ECONOMIA DO AR E AEROESPACIAL
A economia do ar e aeroespacial abrange os impactos econômicos, industriais e comerciais das atividades relacionadas à aviação e ao setor espacial, impulsionados tanto por inovações tecnológicas quanto por mudanças nas dinâmicas de mercado. Esse campo envolve desde o crescimento da aviação comercial e da indústria de transporte aéreo até o avanço do setor espacial privado e suas implicações para o desenvolvimento sustentável e a exploração interplanetária. A revolução do New Space, a ascensão das megaconstelações de satélites, a evolução dos modelos de negócios aeroespaciais e a integração de novas tecnologias, como propulsão sustentável e inteligência artificial, são aspectos fundamentais para o futuro da economia global. Além disso, o desenvolvimento de infraestruturas aeroespaciais, políticas de regulamentação e o impacto da exploração espacial na geração de empregos e inovação são fatores essenciais para a construção de um setor economicamente viável e acessível. Este eixo temático busca reunir pesquisas e propostas que analisem o papel da economia aeroespacial na transformação do mercado global, discutindo desafios e oportunidades para governos, empresas e startups do setor.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
5.1 O Impacto da Aviação Comercial e da Indústria Aeroespacial na Economia Global
Análise do crescimento do setor aéreo e espacial, sua influência no PIB global, a geração de empregos e o desenvolvimento de tecnologias que impulsionam mercados e cadeias produtivas.
5.2 O Papel do New Space e a Privatização do Setor Espacial
Os novos modelos de negócios espaciais, o impacto da entrada de empresas privadas, startups e investidores no setor aeroespacial e as tendências para a exploração comercial do espaço.
5.3 Regulação, Políticas Públicas e Sustentabilidade na Economia Aeroespacial
Os desafios regulatórios e ambientais enfrentados pelo setor, incluindo políticas internacionais de governança espacial, regulamentação do tráfego aéreo e espacial, e estratégias para reduzir a pegada ecológica da aviação e das missões espaciais.
5.4 Novos Mercados e Oportunidades na Exploração Espacial
A expansão da economia espacial através do turismo espacial, da mineração de asteroides, da fabricação no espaço e das aplicações comerciais de satélites, incluindo telecomunicações e monitoramento ambiental.
5.5 Inovações Tecnológicas e o Futuro da Aviação e do Transporte Espacial
O impacto de novas tecnologias, como combustíveis sustentáveis, propulsão elétrica e hipersônica, na aviação e na viabilidade de novos modelos de transporte espacial, como aviões suborbitais e sistemas de lançamento reutilizáveis.
5.6 O Mercado de Drones e Veículos Aéreos Autônomos
O crescimento da indústria de drones para aplicações comerciais, industriais e científicas, incluindo transporte de carga e passageiros, vigilância, monitoramento ambiental e agricultura de precisão, além dos desafios regulatórios e de integração ao tráfego aéreo convencional.
5.7 Conectividade Global e Megaconstelações de Satélites
A influência dos satélites de órbita baixa (LEO) na comunicação global, no acesso à internet, no monitoramento climático e na transformação de setores como agricultura, segurança e logística.
5.8 Economia Aeroespacial e Desenvolvimento Regional
O impacto da indústria aeroespacial no desenvolvimento de novas regiões, incluindo a criação de polos de inovação, parcerias público-privadas e o crescimento de ecossistemas tecnológicos voltados para o espaço e aviação.
Tema 6: HIDROLOGIA ESPACIAL: O CICLO DA ÁGUA CONTINENTAL E OCEÂNICA VISTO DO ESPAÇO
A hidrologia espacial desempenha um papel fundamental no estudo do ciclo da água continental e oceânica por meio de observações via satélite, permitindo uma compreensão abrangente da dinâmica hídrica global. O monitoramento remoto possibilita a análise de variações nos níveis de rios, lagos, aquíferos e geleiras, bem como a observação de correntes oceânicas, variações do nível do mar e processos de evaporação e precipitação em larga escala. Tecnologias avançadas, como altimetria espacial, radar de abertura sintética (SAR) e sensores multiespectrais, fornecem dados essenciais para a previsão de secas, enchentes, impactos das mudanças climáticas e gestão sustentável dos recursos hídricos. Além disso, a interconexão entre os sistemas oceânicos e continentais influencia padrões climáticos e a disponibilidade de água, tornando o estudo da hidrologia espacial crucial para a segurança hídrica e ambiental. Este eixo temático busca reunir pesquisas sobre novas metodologias, aplicações inovadoras e avanços tecnológicos que contribuam para o entendimento e a preservação dos recursos hídricos, promovendo soluções científicas para desafios locais e globais. Trabalhos focados nas missões GRACE, SWOT e SMOS serão bem vindos.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
6.1 Monitoramento de Rios, Lagos e Aquíferos via Sensoriamento Remoto
O uso de satélites para medir variações nos níveis de água, identificar tendências de seca e cheias e monitorar a disponibilidade hídrica em diferentes regiões do mundo.
6.2 Altimetria Espacial e a Observação do Nível dos Oceanos
A aplicação de satélites altimétricos na análise das variações do nível do mar, correntes oceânicas e impactos das mudanças climáticas sobre os ecossistemas costeiros.
6.3 O Papel do Sensoriamento Remoto na Gestão de Recursos Hídricos
O uso de tecnologias como radar de abertura sintética (SAR) e sensores multiespectrais para otimizar a gestão da água, prevenir crises hídricas e apoiar políticas públicas.
6.4 Monitoramento da Evapotranspiração e da Umidade do Solo a Partir do Espaço
A importância da observação remota para entender a dinâmica da umidade do solo, os fluxos de evapotranspiração e seu impacto na agricultura, na segurança alimentar e no ciclo da água.
6.5 Eventos Extremos e a Previsão de Secas e Enchentes com Dados Espaciais
A utilização de satélites meteorológicos e hidrológicos para prever e mitigar desastres naturais, como enchentes e secas severas, e suas consequências ambientais e socioeconômicas.
6.6 A Conexão Entre a Hidrologia Continental e Oceânica no Clima Global
O impacto das interações entre os reservatórios de água terrestre e os oceanos na regulação do clima, no transporte de umidade e na formação de fenômenos como El Niño e La Niña.
6.7 Novas Tecnologias e Satélites para o Monitoramento do Ciclo da Água
Os avanços nas missões espaciais dedicadas à hidrologia, como GRACE, SWOT e SMOS, e o desenvolvimento de novas plataformas para o estudo da distribuição e variabilidade da água no planeta.
Tema 7: GEOPOLÍTICA, DIREITO ESPACIAL E GOVERNANÇA GLOBAL: REGULAÇÃO DE ATIVIDADES ESPACIAIS
A crescente presença de nações e empresas privadas no espaço exige um debate aprofundado sobre geopolítica, direito espacial e governança global, abordando os desafios da regulação de atividades espaciais em um cenário de inovação acelerada. O avanço do setor espacial comercial, o surgimento de megaconstelações de satélites, a exploração de recursos extraterrestres e a militarização do espaço demandam novas diretrizes para garantir a segurança, a sustentabilidade e a cooperação internacional. Tratados históricos, como o Tratado do Espaço Exterior de 1967, servem de base para a regulamentação atual, mas enfrentam desafios diante das novas dinâmicas do New Space. Além disso, questões como responsabilidade legal em caso de colisões espaciais, o uso do espaço para fins militares, a mitigação do lixo espacial e a equidade no acesso aos recursos espaciais são temas centrais para a governança global. Esse eixo temático busca reunir pesquisas que explorem as implicações jurídicas, políticas e econômicas das atividades espaciais, abordando desde a formulação de novos marcos regulatórios até a cooperação entre países para o desenvolvimento sustentável do espaço.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
7.1 O Tratado do Espaço Exterior e os Desafios da Nova Era Espacial
Uma análise dos princípios do Tratado do Espaço Exterior de 1967 e sua adequação ao cenário atual, considerando o avanço do setor privado, a exploração de recursos espaciais e a necessidade de novas regulamentações internacionais.
7.2 Segurança Espacial e a Militarização do Espaço
Os desafios da governança global diante do desenvolvimento de tecnologias militares espaciais, incluindo satélites de defesa, armas antissatélite e os riscos de uma corrida armamentista no espaço.
7.3 Direito Espacial e a Responsabilidade por Danos e Colisões Orbitais
O papel dos tratados e acordos internacionais na definição de responsabilidades jurídicas em casos de colisões entre satélites, lançamento de detritos espaciais e impactos ambientais causados por missões espaciais.
7.4 O Lixo Espacial e as Estratégias Regulatórias para a Sustentabilidade Orbital
O crescimento exponencial de detritos espaciais e a necessidade de políticas internacionais para sua mitigação, incluindo propostas para remoção ativa, design sustentável de satélites e normas para reentrada segura.
7.5 Exploração de Recursos Espaciais e a Regulamentação da Mineração Extraterrestre
Os desafios legais e geopolíticos envolvidos na mineração de asteroides, da Lua e de outros corpos celestes, considerando a disputa por recursos estratégicos e a necessidade de um marco regulatório global.
7.6 Regulação de Megaconstelações e o Impacto no Tráfego Espacial
Os desafios da crescente presença de satélites comerciais de empresas como Starlink e OneWeb, suas implicações para a segurança espacial, a radiofrequência e o acesso equitativo ao espaço.
7.7 Cooperação Internacional e o Futuro da Governança Global no Espaço
O papel de organismos como a ONU, a Agência Espacial Europeia (ESA) e outras coalizões internacionais na criação de políticas para a exploração pacífica e sustentável do espaço, promovendo parcerias entre governos, empresas e a sociedade civil.
Tema 8: CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS AEROESPACIAIS
As ciências e tecnologias aeroespaciais estão impulsionando inovações que transformam a exploração espacial, a aviação e a mobilidade aérea. Esse campo multidisciplinar abrange desde pesquisas em aerodinâmica, propulsão e materiais avançados até o desenvolvimento de satélites, veículos orbitais e sistemas de navegação autônoma. Tecnologias emergentes, como inteligência artificial, manufatura aditiva e propulsão sustentável, estão revolucionando o setor, tornando as operações mais eficientes, acessíveis e seguras. Drones e veículos aéreos autônomos vêm ganhando destaque, sendo utilizados para transporte, vigilância, missões científicas e até mesmo exploração planetária. Paralelamente, os Cubesats e nanosatélites têm democratizado o acesso ao espaço, viabilizando novas aplicações em telecomunicações, sensoriamento remoto, monitoramento ambiental e experimentação científica. A crescente colaboração entre governos, instituições acadêmicas e empresas privadas está acelerando a criação de soluções para desafios como mobilidade aérea urbana, exploração interplanetária e defesa espacial. Este eixo temático busca reunir pesquisas e propostas inovadoras que explorem desde os fundamentos científicos até as aplicações tecnológicas mais avançadas, contribuindo para o desenvolvimento do setor aeroespacial e sua integração com o futuro da exploração e uso sustentável do espaço.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
8.1 Propulsão Aeroespacial: Avanços e Desafios Tecnológicos
Pesquisa e desenvolvimento de sistemas de propulsão avançados, como motores a jato, foguetes reutilizáveis, propulsão elétrica, nuclear e híbrida, visando maior eficiência e sustentabilidade em missões aeroespaciais.
8.2 Drones e Veículos Aéreos Autônomos: Aplicações e Inovações
O impacto dos drones e aeronaves não tripuladas em setores como mobilidade aérea urbana, monitoramento ambiental, segurança, logística, agricultura e missões de exploração planetária.
8.3 Cubesats e Nanosatélites: Democratização do Acesso ao Espaço
O papel dos pequenos satélites na revolução do setor espacial, suas aplicações em telecomunicações, sensoriamento remoto, ciência climática e experimentação tecnológica em missões de baixo custo.
8.4 Materiais Avançados e Manufatura Aditiva na Indústria Aeroespacial
Desenvolvimento de novos materiais, como ligas metálicas leves e compostos resistentes à radiação, além do uso de impressão 3D para fabricação de componentes de foguetes, satélites e estruturas espaciais.
8.5 Inteligência Artificial e Automação em Sistemas Aeroespaciais
A aplicação de IA na navegação autônoma, controle de tráfego aéreo, manutenção preditiva de aeronaves e otimização de missões espaciais por meio de algoritmos avançados.
8.6 Aerodinâmica e Eficiência Energética em Aeronaves e Veículos Espaciais
Pesquisas voltadas para a melhoria da eficiência aerodinâmica, redução do arrasto, combustíveis sustentáveis e desenvolvimento de aeronaves e espaçonaves de alto desempenho.
8.7 Segurança, Regulação e Sustentabilidade nas Atividades Aeroespaciais
Os desafios da regulamentação do tráfego aéreo e espacial, a mitigação do impacto ambiental da indústria aeroespacial e estratégias para a redução de detritos orbitais e pegada de carbono da aviação.
Tema 9: EDUCAÇÃO PARA O ESPAÇO
A educação para o espaço desempenha um papel essencial na formação de novas gerações de cientistas, engenheiros e profissionais preparados para os desafios da exploração e do uso sustentável do ambiente espacial. Esse campo engloba o desenvolvimento de metodologias inovadoras para o ensino de ciências aeroespaciais, a popularização do conhecimento sobre o espaço e a criação de iniciativas que incentivem o interesse de estudantes e do público em geral pela astronomia, astrofísica, engenharia espacial e áreas afins. Programas educacionais baseados em experimentação prática, como o uso de Cubesats, simulações de missões espaciais, robótica e realidade virtual, ampliam a compreensão e despertam o engajamento no setor. Além disso, a inclusão de temáticas espaciais em currículos escolares e acadêmicos, bem como a democratização do acesso a tecnologias espaciais, são fundamentais para promover diversidade e equidade na exploração espacial. Este eixo temático busca reunir pesquisas e projetos que explorem novas abordagens pedagógicas, parcerias institucionais e experiências interativas que ampliem o alcance da educação aeroespacial, inspirando as futuras gerações a participar ativamente do desenvolvimento científico e tecnológico voltado para o espaço.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
9.1 Metodologias Inovadoras para o Ensino de Ciências e Tecnologias Espaciais
Desenvolvimento de abordagens pedagógicas baseadas em aprendizagem ativa, experimentação prática, simulações, jogos educacionais e realidade aumentada para o ensino de temas aeroespaciais.
9.2 Uso de Cubesats e Pequenos Satélites como Ferramenta Educacional
Aplicações de Cubesats e nanosatélites em projetos acadêmicos e escolares para ensino de engenharia espacial, sensoriamento remoto e telecomunicações, incentivando a participação de estudantes no setor espacial.
9.3 Popularização da Ciência e Inclusão na Educação Aeroespacial
Iniciativas para ampliar o acesso ao conhecimento espacial, promovendo diversidade e inclusão de grupos sub-representados na ciência e tecnologia, além de estratégias para engajar o público jovem na exploração espacial.
9.4 Educação Espacial para o Ensino Fundamental e Médio: Desafios e Oportunidades
A inserção de conteúdos sobre astronomia, engenharia aeroespacial e exploração espacial nos currículos escolares, capacitação de professores e o impacto do ensino de ciências espaciais na formação de novas gerações.
9.5 Simulações e Ambientes Virtuais na Educação Aeroespacial
Uso de realidade virtual, aumentada e simuladores para aprimorar a experiência de aprendizado em temas como pilotagem de naves, dinâmica orbital, operações em microgravidade e exploração de outros planetas.
9.6 Parcerias entre Universidades, Agências Espaciais e Indústria para Formação Profissional
Modelos de colaboração entre instituições acadêmicas, centros de pesquisa, empresas e agências espaciais para capacitação de estudantes e profissionais no setor aeroespacial, com foco em oportunidades de estágio, projetos e cooperação científica.
9.7 Astronomia, Exploração Espacial e Engajamento do Público em Projetos Científicos
A importância da astronomia e das missões espaciais como ferramentas de engajamento do público, incluindo projetos de ciência cidadã, observação astronômica e participação em missões educacionais e competições internacionais.
9.8 Robótica e Programação Aplicadas à Educação Aeroespacial
O uso de robôs, drones e inteligência artificial no ensino de engenharia e ciências espaciais, promovendo aprendizado prático em missões simuladas, controle remoto de veículos espaciais e exploração automatizada.
9.9 Cultura Espacial e Divulgação Científica na Sociedade
A influência da cultura espacial na formação de uma mentalidade científica e tecnológica, abordando o papel da mídia, da ficção científica, dos museus e centros de ciência na disseminação do conhecimento sobre astronomia e exploração espacial.
Tema 10: GEOENGENHARIA E GEOPOLÍTICA
A geoengenharia e a geopolítica estão no centro das discussões sobre as respostas globais às mudanças climáticas, abordando as implicações científicas, éticas e políticas das intervenções em larga escala nos oceanos, solos e atmosfera. Embora apresentadas como soluções para reduzir temporariamente os impactos das mudanças climáticas, essas tecnologias não tratam as causas estruturais da crise ambiental e podem gerar efeitos colaterais imprevisíveis. A modificação artificial do clima levanta questões críticas sobre governança global, soberania ambiental, riscos ecológicos e desigualdades no acesso e controle dessas tecnologias, uma vez que decisões unilaterais podem impactar diferentes regiões de maneiras desproporcionais. Além disso, a possibilidade de uso dessas estratégias como instrumento de poder geopolítico reforça a necessidade de um debate internacional sobre regulamentação, transparência e impactos socioeconômicos. Este eixo temático busca reunir estudos que analisem os limites, riscos e implicações políticas da geoengenharia, promovendo reflexões sobre sua viabilidade, seus impactos a longo prazo e o papel da cooperação internacional na governança do clima global.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
10.1 Os Limites Científicos e Éticos da Geoengenharia como Resposta às Mudanças Climáticas
Uma análise crítica das tecnologias de geoengenharia, seus impactos ambientais e sociais, e os riscos de confiar em soluções tecnológicas para mitigar temporariamente os efeitos das mudanças climáticas sem abordar suas causas estruturais.
10.2 Governança Global e Regulação da Geoengenharia: Quem Controla o Clima?
Os desafios da criação de normas internacionais para regular intervenções climáticas em larga escala, incluindo o papel da ONU, de acordos multilaterais e das tensões entre países desenvolvidos e em desenvolvimento.
10.3 Geoengenharia e Segurança Internacional: O Risco de Armas Climáticas?
A possibilidade de uso da modificação climática como ferramenta de influência geopolítica ou como arma de guerra, e os riscos associados à militarização da geoengenharia em um cenário de disputas internacionais.
10.4 Impactos Desigualitários da Geoengenharia: Quem Ganha e Quem Perde?
Os efeitos geopolíticos e socioeconômicos das intervenções climáticas em diferentes regiões do planeta, incluindo potenciais desequilíbrios na distribuição de chuvas, na fertilidade dos solos e na vulnerabilidade ambiental de países mais afetados pela crise climática.
10.5 Tecnologias de Captura de Carbono e Remoção de Gases de Efeito Estufa: Solução ou Ilusão?
Uma avaliação crítica dos métodos de remoção de CO₂ da atmosfera, suas implicações econômicas e ambientais e o risco de sua adoção atrasar ações efetivas de transição energética e redução de emissões.
10.6 Modificação Climática e o Futuro da Diplomacia Ambiental
Como a geoengenharia pode transformar as relações internacionais, afetando acordos climáticos, comércio global e a cooperação entre nações para o enfrentamento da crise ambiental.
10.7 Alternativas Sustentáveis à Geoengenharia: Estratégias para um Clima Estável
Estudos sobre soluções climáticas baseadas na natureza, como reflorestamento, restauração de ecossistemas e práticas agrícolas regenerativas, em contraponto às abordagens tecnológicas da geoengenharia.
Tema 11: MATEMÁTICA ESPACIAL: CÁLCULO, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E ESTRATÉGIAS PARA ALÉM DA TERRA
A matemática desempenha um papel fundamental na exploração espacial, desde a modelagem de trajetórias orbitais até o desenvolvimento de algoritmos avançados para controle e navegação de espaçonaves. O tema “Matemática Espacial: Cálculo, Inteligência Artificial e Estratégias para Além da Terra” convida pesquisadores e estudantes a submeterem trabalhos que explorem aplicações matemáticas no setor aeroespacial. Isso inclui métodos computacionais para previsão de órbitas, otimização de manobras espaciais, inteligência artificial aplicada à análise de dados astronômicos e simulações estocásticas para planejamento de missões interplanetárias. Além disso, são bem-vindos estudos sobre criptografia para comunicações seguras no espaço, teoria dos jogos aplicada à alocação de recursos em missões espaciais e o impacto das equações diferenciais na física dos sistemas orbitais. A matemática, aliada às novas tecnologias, permite a resolução de desafios complexos na exploração do cosmos e abre caminhos para inovações que impulsionam o futuro da engenharia e da pesquisa espacial.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
1️1.1 Modelagem Matemática de Trajetórias e Manobras Orbitais
O uso de equações diferenciais e métodos numéricos permite prever e otimizar trajetórias espaciais, transferências orbitais e encontros entre espaçonaves. Modelos matemáticos também são aplicados para minimizar o consumo de combustível e corrigir desvios em missões interplanetárias.
11.2 Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina na Exploração Espacial
Algoritmos de IA analisam grandes volumes de dados astronômicos, otimizam a navegação de espaçonaves e auxiliam no reconhecimento de padrões em imagens do espaço. Técnicas de machine learning são aplicadas na manutenção preditiva de satélites e na detecção de exoplanetas.
11.3 Matemática Computacional Aplicada ao Espaço
Simulações computacionais permitem estudar fenômenos como reentrada atmosférica, aerotermodinâmica e propagação de ondas eletromagnéticas. Métodos numéricos são essenciais para resolver problemas de dinâmica orbital, prever perturbações gravitacionais e calcular trajetórias espaciais.
11.4 Criptografia e Segurança da Informação para Sistemas Espaciais
A proteção de comunicações espaciais exige algoritmos avançados de criptografia, garantindo a segurança de dados transmitidos entre satélites e centros de controle. Modelos baseados em teoria dos números e blockchain fortalecem a cibersegurança de infraestruturas espaciais.
11.5 Teoria dos Jogos e Otimização de Recursos em Missões Espaciais
A teoria dos jogos e a otimização matemática auxiliam na alocação eficiente de recursos, na definição de trajetórias seguras e na distribuição de tarefas entre sistemas autônomos. Modelos matemáticos reduzem riscos e aprimoram decisões estratégicas em missões espaciais.
11.6 Análise Estatística e Processamento de Grandes Volumes de Dados Espaciais
Técnicas estatísticas são fundamentais para interpretar dados de telescópios e satélites, prever eventos solares e monitorar mudanças climáticas. Métodos de Big Data e estatística bayesiana são aplicados na detecção de exoplanetas e em previsões do clima espacial.
11.7 Sistemas Dinâmicos e Física Matemática Aplicados ao Espaço
A análise de sistemas dinâmicos é crucial para estudar estabilidade orbital, interações gravitacionais e caos em sistemas planetários. Efeitos relativísticos são aplicados em calibração de GPS e no planejamento de missões interplanetárias.
Tema 12: DEFESA PLANETÁRIA: DETECTANDO E MITIGANDO AMEAÇAS DO ESPAÇO PROFUNDO
A defesa planetária é um campo essencial da pesquisa espacial que busca identificar, monitorar e desenvolver estratégias para mitigar ameaças vindas do espaço profundo, como asteroides e cometas em rota de colisão com a Terra. O tema “Defesa Planetária: Detectando e Mitigando Ameaças do Espaço Profundo” convida pesquisadores a submeterem trabalhos sobre técnicas avançadas de detecção e rastreamento de objetos próximos à Terra (NEOs), modelagem de impacto, métodos de desvio orbital e tecnologias de resposta emergencial. São bem-vindas pesquisas sobre sistemas de alerta precoce, impacto de colisões em atmosferas planetárias e simulações computacionais de defesa. Além disso, o desenvolvimento de missões espaciais para desvio de asteroides e a aplicação de inteligência artificial no monitoramento do céu representam áreas promissoras dentro desse campo. A proteção do planeta contra ameaças cósmicas é um desafio multidisciplinar que exige inovação e colaboração científica global.
EXEMPLOS DE TÓPICOS RELACIONADOS, MAS NÃO RESTRITOS A ESTES
12.1 Monitoramento e Rastreamento de Objetos Próximos à Terra (NEOs)
Desenvolvimento de tecnologias ópticas, radar e infravermelho para detecção precoce de asteroides e cometas potencialmente perigosos. Modelagem de trajetórias e cálculo de probabilidades de impacto usando inteligência artificial e simulações computacionais.
12.2 Modelagem de Impacto e Consequências de Colisões Cósmicas
Simulações numéricas e estudos sobre os efeitos de impactos de asteroides na Terra, incluindo geração de tsunamis, mudanças climáticas e perturbações atmosféricas. Análise da resistência de materiais e dispersão de energia no impacto.
12.3 Métodos de Mitigação e Tecnologias de Desvio Orbital
Desenvolvimento e estudo de estratégias para alterar a trajetória de asteroides, como impacto cinético, tração gravitacional e explosões nucleares. Avaliação da viabilidade e eficácia dessas abordagens em diferentes cenários.
12.4 Inteligência Artificial e Big Data na Defesa Planetária
Uso de aprendizado de máquina para otimizar a identificação e o rastreamento de NEOs em grandes volumes de dados astronômicos. Aplicação de redes neurais e algoritmos preditivos para estimar trajetórias futuras com maior precisão.
12.5 Simulações Computacionais e Modelos Matemáticos na Prevenção de Impactos
Criação de modelos matemáticos e simulações computacionais para prever órbitas e calcular desvios orbitais de asteroides e cometas. Desenvolvimento de softwares de simulação para análise de impacto e defesa planetária.
12.6 Desenvolvimento de Missões Espaciais para Defesa Planetária
Projetos de missões espaciais voltadas para monitoramento, impacto cinético e exploração de asteroides potencialmente perigosos. Análise de missões como DART e propostas futuras para testes de mitigação de ameaças espaciais.
12.7 Colaboração Global e Estratégias de Resposta a Ameaças Espaciais
Estudo de políticas internacionais e acordos para cooperação global na defesa planetária. Desenvolvimento de protocolos para resposta emergencial e estratégias de comunicação para alertar governos e populações em caso de ameaça real.
Tema 13: RELAÇÕES SOL-TERRA E O CLIMA GEO-ESPACIAL
O Sol é o principal modificador do meio geoespacial e da atmosfera terrestre. Temas relacionados à física solar, ao meio interplanetário, aos cinturões de radiação de Van Allen e ao geoespaço se encaixam nesse espaço.
13.1 Física Solar. O Sol como estrela.
Este tópico acolhe trabalhos dedicados ao Sol como objeto estelar fundamental. Pesquisas sobre estrutura interna, transporte de energia e processos físicos nas camadas atmosféricas solares são incentivadas.
13.2 Ciclos solares. O ciclo de manchas e o ciclo magnético.
Convidamos submissões que explorem a variabilidade solar em diferentes escalas temporais. O foco inclui estudos sobre o ciclo de manchas, o ciclo magnético de Hale e as implicações dessas periodicidades na atividade solar global.
13.3 Ejeções de matéria coronal. Eventos CME, características, estatísticas, modelagens.
Espaço destinado a estudos sobre a dinâmica das CMEs, desde sua origem na corona até a propagação interplanetária. Trabalhos sobre modelagem numérica, estatísticas de eventos e observações de grandes ejeções são bem-vindos.
13.4 Explosões solares. Estudos sobre regiões ativas na superfície do Sol e o processo de reconexão magnética.
Serão aceitos trabalhos que analisem a liberação de energia eletromagnética e as partículas aceleradas durante esses eventos explosivos.
13.5 Frentes de choque de vento solar. Espirais de Parker; eventos geoefetivos.
O interesse reside em interações de fluxos e frentes de choque que resultam em eventos geoefetivos. Trabalhos focados na hidrodinâmica do vento solar e na formação da Espiral de Parker podem ser enviados para este subtema.
13.6 Magnetosfera terrestre. Interações entre o campo magnético interplanetário e a magnestosfera terrestre. Tempestades magnéticas, correntes de anel.
Focado na interação entre o meio interplanetário e o escudo magnético da Terra. Encorajamos o envio de pesquisas sobre tempestades magnéticas, correntes de anel e a transferência de energia para o sistema terrestre.
13.7 Cinturões de radiação de Van Allen. Estrutura, processo de captura e perda de partículas. Modelagens.
Espaço para apresentações sobre a física de partículas aprisionadas. Trabalhos focados na estrutura dos cinturões, processos de aceleração, transporte e mecanismos de perda de partículas encontram aqui o seu fórum.
13.8 Clima geo-espacial. Os regimes do clima espacial.
Dedicado a estudos aplicados sobre os regimes do clima espacial. Submissões podem focar na previsão de eventos, monitoramento de riscos e impactos da atividade solar na infraestrutura tecnológica e biológica da Terra.
Tema 14: HIPERSÔNICA (ARTEFATOS HIPERSÔNICOS LANÇADOS EM FOGUETES)
As ciências espaciais e a hipersônica são áreas de alta tecnologia interconectadas que impulsionam a inovação em defesa e exploração aeroespacial. Convidamos a submissão de trabalhos que abordem a aerodinâmica e o voo em velocidades Mach 5 ou superiores. As linhas de pesquisa sugeridas incluem, mas não se limitam a:
4.1 Veículos Hipersônicos
Espaço para trabalhos sobre o desenvolvimento de aeronaves e sistemas manobráveis de alta velocidade. O foco inclui arquitetura de veículos, capacidade de resposta rápida e tecnologias para superação de defesas tradicionais.
14.2 Pesquisa Aerodinâmica
Submissões focadas na interação entre objetos e o fluxo de ar em regimes extremos. São bem-vindos estudos sobre ondas de choque, camadas limite, aquecimento aerodinâmico e ferramentas de fluidodinâmica computacional (CFD).
14.3 Propulsão
Dedicado a inovações em motores para sustentar o voo hipersônico, como scramjets, motores-foguete de alta performance e ciclos combinados. Trabalhos sobre combustão supersônica e novos propelentes são incentivados.
14.4 Reentrada Atmosférica
Focado em veículos e cápsulas que enfrentam condições hipersônicas ao retornar do espaço. Abstracts podem abordar sistemas de proteção térmica (TPS), ablação e o controle de trajetória durante a descida atmosférica.
14.5 Sistemas de Lançamento
Linha voltada para a tecnologia de foguetes necessária para acelerar cargas úteis acima de Mach 5. Inclui estudos sobre integração entre lançador e carga, separação de estágios e otimização de empuxo.
14.6 Defesa Espacial T
Trabalhos sobre o emprego de tecnologias hipersônicas em sistemas antimísseis e defesa do espaço próximo. O foco abrange vigilância, interceptação e o impacto estratégico dessas tecnologias na segurança global.
Edições Anteriores
Cartaz Space Week Nordeste
Palestrantes
| NOME | INSTITUIÇÃO | SIGLA | PAÍS |
|---|---|---|---|
| Ana Cristina Galhego Rosa | CEO da Dipteron UG e Diretora de Empreendedorismo da Academia Espacial de Estudos Espaciais | DIPTERON UG | 🇩🇪 |
| Adriana Elysa Alimandro Correa | Agência Espacial Brasileira | AEB | 🇧🇷 |
| Alexandre Strapasson | Universidade de Brasília | UNB | 🇧🇷 |
| Aline Veloso | Agência Espacial Brasileira | AEB | 🇧🇷 |
| Antonio Geraldo Ferreira | Universidade Federal do Ceará | UFC | 🇧🇷 |
| Antonio Fernando B. de Almeida | Instituto Nacional de Pesquisas Espacias | INPE | 🇧🇷 |
| Brandon Behlendorf | University at Albany (State University of New York) | SUNY | 🇺🇸 |
| Carlos Frederico de Angelis | Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais | CEMADEN | 🇧🇷 |
| Cássius Guimarães Chai | Universidade Federal do Maranhão | UFMA | 🇧🇷 |
| Clezio Marcos De Nardin | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |
| Dermeval Carneiro | Planetário Rubens de Azevedo | SCULT-CE | 🇧🇷 |
| Ernesto Lopez-Baeza | Honorary Professor University of Valencia - Environmental Remote Sensing Group (Climatology from Satellites) | UV ERS | 🇪🇸 |
| Fabrice Hernandez | Institut de recherche pour le développement | IRD | 🇫🇷 |
| Filipe Campos de Alcântara Lins | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte | IFRN | 🇧🇷 |
| Givanaldo Rocha de Souza | Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte | IFRN | 🇧🇷 |
| Ian Grosner | Agência Espacial Brasileira | AEB | 🇧🇷 |
| Isadora Stefanhak C. Arantes | Universidade Federal do Rio Grande do Sul e MIT | UFRGS/MIT | 🇧🇷 |
| Jean Pierre Henry Balbaud Ometto | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |
| Joaquim Ferreira | Universidade Federal de Pernambuco | UFPE | 🇧🇷 |
| José Henrique Fernandez | Universidade Federal do Rio Grande do Norte | UFRN | 🇧🇷 |
| Juan Ángel Vaquerizo | European Space Agency / Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial / Ingeniería de Sistemas para la Defensa de España S.A | ESA/INTA/Isdefe | 🇪🇸 |
| Lázaro Aparecido Pires de Camargo | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |
| Moacyr Cunha de Araújo Filho | Universidade Federal de Pernambuco | UFPE | 🇧🇷 |
| Osvaldo Luiz Leal de Moraes | Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Departamento para o Clima e Sustentabilidade | MCTI-DECLS | 🇧🇷 |
| Pedro Ivo Ferraz da Silva | Ministério das Relações Exteriores -Departamento de Clima | MRE | 🇧🇷 |
| Othon Cabo Winter | Universidade Estadual Paulista | UNESP | 🇧🇷 |
| Rafael Santos | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |
| Rebeca Gonçalves | Rede Space Farming Brasil | RSF/BR | 🇧🇷 |
| Rosa Doran | Núcleo Interactivo de Astronomia | NUCLIO | 🇵🇹 |
| Silvia Maria Giuliatti Winter | Universidade Estadual Paulista | UNESP | 🇧🇷 |
| Thiago Bezerra de Melo | Academia do Espaço | ADE | 🇧🇷 |
| Valdivino Alexandre de Santiago Júnior | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |
| Walter Abrahão dos Santos | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais | INPE | 🇧🇷 |

















